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FONTE: http://www.slideshare.net/Rikyman/ruido-3430155

O problema do ruído no meio ambiente tem-se tornado, cada vez mais, numa fonte de preocupação para a comunidade, constituindo uma causa de incómodo para o trabalho, um obstáculo às comunicações verbais e sonoras, podendo provocar fadiga geral e, em casos extremos, trauma auditivo e alterações fisiológicas extra-auditivas.

Os efeitos nocivos do ruído sobre o ambiente e a saúde humana dependem de vários factores, nomeadamente do tempo de exposição, da sua intensidade, do tipo de ruído (temporário ou permanente), da distância da fonte e da sensibilidade individual. Ao nível da saúde humana podem destacar-se os seguintes efeitos:

  • Perda da capacidade auditiva;

  • Dificuldades de comunicação;

  • Diminuição da capacidade de concentração;

  • Perturbações do sono;

  • Fadiga;

  • Efeitos ao nível cardiovascular e fisiológico;

  • Efeitos na saúde mental (ansiedade, stress emocional, dores de cabeça,…).

Foram efectuados vários estudos que revelaram a existência de fenómenos de habituação ou de adaptação ao ruído pelo Ser Humano. Estes fenómenos ocorrem, no entanto, à custa de alterações fisiológicas e psicológicas de cada indivíduo.
Os efeitos do ruído na saúde humana podem agrupar-se em:

  • Efeitos físicos - quando se observam alterações nas propriedades físicas do sistema auditivo (perdas auditivas).
    As perdas auditivas podem ser temporárias ou permanentes. Estas últimas resultam da exposição a níveis sonoros elevados ao longo de vários anos e verificam-se principalmente em trabalhadores do ramo industrial.

  • Efeitos fisiológicos - quando se observam alterações na actividade do corpo humano (por exemplo: alterações da pressão sanguínea, do ritmo cardíaco e respiratório, e tensões musculares).

  • Efeitos psicológicos - quando se observam alterações no comportamento (por exemplo:
    irritabilidade, stress, fadiga, diminuição da capacidade de concentração.



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